"Não há por que ter cães se nós mesmos somos forçados a latir..."
Sim, de novo aqui estou fazendo mais uma leitura e resenha da nossa querida "rainha do crime", que vem carregando esse título à anos, mas, que nunca deixou de ser merecido.
Nessa história, embarcamos em mais uma aventura de Poirot, narrada por - seu "Dr. Watson" - capitão Hastings. Durante a "aposentadoria" de Poirot, os dois amigos decidem passar um tempo na pacata cidade de St. Loo e logo em sua primeira refeição no hotel, se deparam com a jovem e bela, a Srta. Nick Buckley. Eles tem uma breve conversa com a moça que se mostra solitária e dona de uma grande propriedade, conhecida na cidade como "casa do penhasco" pela sua localização e por estar em más condições apesar de seu charme.
A moça se despede e vai embora, mas esquece seu chapéu, quando o detetive o pega para devolver, repara em uma marca de bala no mesmo e uma capsula de bala no chão, que chamam sua atenção, fazendo-o perceber que a moça teria sofrido uma tentativa de assassinato e que corre risco de vida.
A trama se desenrola em torno da propriedade que seria o maior motivo para o assassinato por passar a impressão que a jovem ainda possui alguma fortuna e com Poirot tentando salvar a vida da jovem, que antes disso já sofrera três tentativas de assassinato, mas, que não estava levando a sério até o alerta do afamado detetive, deixando de lado toda sua aparência de segura e corajosa de lado, passando para um período com tensão e medo de todos de seu círculo social, que são os principais suspeitos.
Considerações finais: Essa história me prendeu do começo ao fim e devo confessar que está na minha lista de favoritos, além de ser o que mais adorei escrito pela Agatha, a genialidade dela de nos enganar do começo ao fim, testando nossas habilidades e nos fazendo duvidar até de nós mesmos é demais


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